Doutor José Augusto Carvalho do Hospital São Francisco faz alertas para a população.
Baixa umidade, mudanças bruscas de temperaturas e aumento da poluição atmosférica são responsáveis por doenças e alergias respiratórias. As variações climáticas são as que registram maior número de casos no hospital, sendo o resfriado, gripe, sinusite, rinite viral e alérgica e casos de traqueobronquites como doenças respiratórias agudas mais comuns.
O Doutor Carvalho explica que essas doenças melhoram na maioria dos casos com tratamento ambulatorial, “quando elas se complicam, como no caso de uma pneumonia, são necessários antibióticos, acompanhamento clínico e, eventualmente, internação”.
As internações mais frequentes atingem em maior número as crianças, nas quais o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento e nos idosos portadores de doenças crônicas, como asma, sinusite, exacerbações de bronquite crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), enfisema pulmonar e diabetes.
A rinite alérgica e a asma brônquica são doenças respiratórias crônicas que tem como causa principal a alergia à poeira doméstica e derivados e alimentos. A causa alimentar mais relevante é a alergia à proteína do leite de vaca. Estas doenças pioram mais no inverno mas a investigação de causa e tratamento devem ser feitas durante o ano todo, através de consulta clínica, testes alérgicos e exames laboratoriais.
Saiba mais sobre o tratamento e algumas dicas de prevenção:
Tratamento
Repouso, hidratação abundante, boa alimentação, antipiréticos e analgésicos fazem parte do tratamento. Mas, antes de qualquer coisa, as doenças crônicas precisam ter suas causas investigadas através de consulta clínica, testes alérgicos e exames laboratoriais. E, quando elas se complicam são necessários antibióticos, acompanhamento clínico e, em alguns casos, internação.
Dicas de prevenção
Recomenda-se lavar bem as mãos, proteger a boca ao tossir, beber bastante água e manter a limpeza ambiental em dormitórios, pode-se usar pano úmido e aspirador de pó para evitar que a poeira levante. Evite sacudir cobertores, lençóis e travesseiros também são boas dicas para evitar a contaminação.
O alergologista do Hospital São Francisco de Mogi Guaçu, Dr. Carvalho ainda alerta que “as infecções virais diminuem muito a capacidade de nosso organismo de resistir a infecções bacterianas, que podem evoluir para infecções mais graves como pneumonia, insuficiência respiratória”.
A vacina é uma das medidas mais importante e eficazes na prevenção destas doenças. A caderneta deve estar em dia. Os pacientes de risco – idosos, crianças, mulheres grávidas, portadores de doenças crônicas e profissionais de saúde – devem também ser vacinados seguindo os calendários de vacinação da Secretaria de Saúde.
Sobre o Hospital São Francisco de Mogi Guaçu
Com mais de 30 anos de história, o Hospital São Francisco teve seu início em 1986 com um grupo de médicos que partilhavam do mesmo objetivo de criar um hospital moderno, com equipamentos inovadores e aliado a um atendimento de qualidade que que preza pelo conforto e bem-estar de seus pacientes.
O projeto inicial com 35 médicos-sócios hoje conta com mais de 100, além dos 600 funcionários, 7.500 atendimentos no pronto atendimento e as 600 cirurgias realizadas mensalmente.
Imagens: Divulgação – Foto CDC no Unsplash. Esta ilustração da abertura, descreve uma imagem tridimensional (3D) gerada por computador de um grupo de bactérias Gram-positivas Streptococcus pneumoniae. A recreação artística foi baseada na digitalização de imagens microscópicas eletrônicas (MEV).
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