Meio Ambiente

Árvores, Natureza e o Direito por Ambientes Verdes e Biodiversos Saudáveis

Você sabia que a experiência e o relacionamento com a natureza desde a primeira infância promove o desenvolvimento pleno de todas as capacidades física, motoras, cognitivas, imunológicas, afetivas e sociais?

Atividades com tempo livre na natureza, de forma contínua e diária, são essenciais para a saúde plena das crianças, jovens e adultos que serão.

Brincar e experimentar a diversidade natural é alimento para a criatividade, a capacidade investigativa, lúdica. Cria caminhos para a formação do ser, sua identidade. Promove resiliência, restaura e equilibra o organismo.

O Instituto Árvores Vivas existe para semear essa relação integral com a natureza para a qualidade de vida de todos. Possuem a proposta de levar ações multiplicadoras participativas para centros de saúde, educação, cultura e assistência jurídica que atendem crianças e adolescentes de todo o país.

Uma formação inclusiva que resulta em mutirão para ampliar a presença da natureza nos espaços de cuidado, aprendizagem e convivência infanto juvenil. Apoie e ajude a divulgar essa proposta, para colocar em ação em mais espaços de todo o Brasil.

Imagem: DivulgaçãoMarina Helou

CONHEÇA O PROJETO

Conviver e Aprender na Natureza

Instituto Árvores Vivas para Conservação e Cultura Ambiental

O Programa promove ações que garantam acesso à ambientes mais verdes e biodiversos, pois é comprovado que promove estados emocionais mais relaxantes, alívio dos sintomas de depressão, ansiedade, estresse. Estes são sintomas que foram ainda mais agravados devido situação de Pandemia (Covid-19). Entre os jovens, é crescente o número de casos de depressão, autolesão e suicídio, aspecto agravado pelo excesso de telas, muito tempo em isolamento e falta de relações sociais. Os centros urbanos possuem grande déficit de áreas verdes distribuídas de maneira igualitária e justa. Já é provado os impactos na saúde devido a acessibilidade às áreas verdes, principalmente aquelas à 1km de distância dos territórios habitados e frequentados por todos. Áreas verdes são espaços para realização de práticas terapêuticas como o banho de florestas. A natureza, suas paisagens e elementos, inspira e promove uma compreensão mais integrada e cíclica da vida e do tempo; é uma excelente referência e objeto de contemplação para práticas meditativas/reflexivas e artísticas, promovendo amadurecimento e acolhimento dos desafios socio emocionais e questões de trauma e vulnerabilidades. Disseminar conhecimentos e práticas alinhados com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, a Política Nacional de Fitoterapia, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, além da valorização do conhecimento popular e tradicional. Promover o processo participativo para a população ser cuidada e interagir de forma ativa, comprometida e conectada, para enxergar o espaço público como seu território e um espaço em harmonia com a natureza para a saúde, bem estar e qualidade de vida de todos. Além de todos estes aspectos, as ações de educação, terapêutica, e conexão com a natureza podem ser ferramentas de construção de caminhos profissionais, oferecendo perspectivas e inspiração de novas áreas de trabalho e atividade como opção de geração de renda. O acesso à natureza, a ambientes biodiversos, áreas protegidas e paisagens naturais, além do acesso a uma alimentação saudável são direitos humanos que devem ser garantidos para que a sociedade prospere desde a primeira infância. Os impactos de ter ambientes saudáveis no desenvolvimento integral e saúde plena desde a primeira infância são incontáveis, beneficiando as capacidades motoras, cognitivas, físicas, imunológicas, psicoemocionais, sociais e afetivas. O senso de cuidar, de amar, de respeitar e valorizar a vida está sofrendo ameaças e a conexão com a natureza de maneira sensível, lúdica, criativa, amorosa é um caminho eficaz nessa direção.

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Imagem: Divulgação – Foto abertura Juliana Gatti – Figueira do Parque Ibirapuera / publicado primeiro no Portal Conexão Planeta dia 21 de setembro de 2017.

Mais em: Instituto Árvores Vivas e Marina Helou

Imagem: DivulgaçãoInstituto Árvores Vivas

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