
No início, as primeiras atividades econômicas ligavam-se ao gado leiteiro, mas com as doenças, o gado foi dizimado. As atenções voltaram-se, então, para a agricultura, mas diante do desconhecimento das condições do clima e do solo, além dos altos preços do adubo importado, a situação financeira da colônia tornou-se crítica, levando vários colonos a migrarem para o sul do país.
Os agricultores que permaneceram na colônia elaboraram o Plano dos 20 Hectares, no qual se propunha a divisão da Fazenda Ribeirão em sítios com exploração diversificada. Com isso a colônia foi se estabilizando e a produção passou a ser processada e comercializada por uma cooperativa que, além da fabricação de queijos, ração, café e o abate de aves, também desenvolvia o aprimoramento de técnicas.
Entre 1958 e 1965, quando chegou uma nova leva de imigrantes holandeses, foram introduzidas as sementes de gladíolos, marcando o início daquela que se tornaria a principal atividade econômica de Holambra. O auge da cultura de flores e plantas ornamentais deu-se no período entre 1966 e 1980.
Com seu desenvolvimento, Holambra tornou-se município em 30 de dezembro de 1991, com território desmembrado de Jaguariúna, Cosmópolis, Artur Nogueira e Santo Antonio de Posse.
Gestão Cultural e Patrimônio
O órgão responsável pela gestão cultural em Holambra é a Secretaria de Cultura. Entre os bens de interesse turístico-cultural do município, destacam-se a Casa do Pioneiro, construída por um dos primeiros imigrantes que chegaram a Holambra, e o Moinho Povos Unidos, réplica de um moinho holandês.
