Show

CAMPINAS: Sonâncias – Fernando Baeta e Guilherme Ribeiro convidam Mateus Sartori

  • Segunda edição do projeto será no dia 11 de junho, às 20 horas, na Sala Bebeto von Buettner da Chorus Escola de Música, em Campinas (SP). Ingressos já estão à venda.

O cantor e compositor Mateus Sartori é o convidado da segunda edição do projeto Sonâncias, que será realizada no dia 11 de junho (sábado), às 20 horas, na Sala Bebeto von Buettner da Chorus Escola de Música, em Campinas (SP). Os ingressos já estão à venda e custam R$ 40,00 (antecipado até 10 de junho) e R$ 50,00 (no dia). Mateus, que além de músico é arquiteto urbanista, turismólogo, gestor cultural e empresário, mostrará canções dos álbuns Que se Deseja Rever e Na Volta que o Mundo dá.

O projeto Sonâncias foi lançado em 9 de abril de 2022, por iniciativa do arranjador, guitarrista e produtor musical Fernando Baeta e do pianista, acordeonista, compositor e arranjador Guilherme Ribeiro, com apoio da Chorus. Além de marcar a retomada de uma parceria musical que marcou época no extinto bar e restaurante Estação Santa Fé entre 1999 e 2007, o projeto tem como objetivo contribuir para a vida cultural de Campinas trazendo, a cada nova edição, convidados especiais e diferentes repertórios.

Enquanto na estreia do Sonâncias Fernando e Guilherme se apresentaram em duo como nos velhos tempos do Santa Fé, quando ambos eram estudantes da Faculdade de Música do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), neste segundo show eles dividirão o palco com um artista primoroso, dono de significativa produção fonográfica e autor de um livro em que narra sua experiência na administração pública – Mateus Sartori foi secretário de Cultura da cidade de Mogi das Cruzes entre 2013 e 2020.

Nascido em Franca, no interior de São Paulo, em 1978, Mateus Sartori teve contato com a música ainda na infância, graças aos saraus familiares comandados pelo avô multi-instrumentista Waldomiro e pela mãe Cidinha. Aos 13 anos, já morando em Mogi das Cruzes, ingressou em corais da cidade, o que acabou levando-o a estudar na Escola Municipal de Música de São Paulo (1996) e, um ano depois, na Universidade Livre de Música Maestro Tom Jobim, atual EMESP, consideradas importantes escolas para músicos de todo o país.

Lançou seu primeiro CD, chamado Todos os Cantos, em 2006, um álbum com 13 composições próprias e que contou com a participação de nomes importantes da música brasileira como Guinga, Renato Braz e Nailor Proveta. No final de 2007, lançou Dois de Fevereiro, uma homenagem ao compositor baiano Dorival Caymmi. Em agosto de 2009, criou o projeto Vila de Sant’Anna, cujo objetivo principal foi registrar e divulgar a produção musical da cidade de Mogi das Cruzes. Desse projeto, nasceu o CD Barroco, no qual Sartori produziu e gravou 11 compositores mogianos.

Em 2009, participou do CD 100 Anos Ataulfo Alves interpretando a faixa Meu Lamento, ao lado do violonista Alessandro Penezzi. Este disco, vale ressaltar, contou com grandes nomes da música brasileira, entre eles: Elza Soares, Simoninha, Beth Carvalho, Ná Ozetti, Fafá de Belém e Elba Ramalho. Em 2010, gravou as músicas Jogue a Chave e Não tem Solução, com a cantora Fabiana Cozza, para o disco 100 Anos Adoniran Barbosa, lançado pela gravadora Lua Music.

Seu quarto trabalho de carreira como cantor saiu em 2011. Trata-se dos disco Franciscos, cujo repertório revisita dez “Franciscos e Chicos” da música brasileira, de diversos períodos, estilos, sonoridades e personalidades. Entre eles estão Chico Buarque, Chico César, Chico Anysio, Chico Pinheiro, Chico Saraiva, Chico Amaral, Chico da Silva, Francisco Itamar Assumpção, Francisco Mattoso e Francisco Bosco.

Em 2013, ao lado de Guilherme Ribeiro, gravou Que se Deseja Rever, dedicado ao centenário do rei do baião Luiz Gonzaga. E depois de sete anos dedicado à gestão pública, lançou, em 2020, Na Volta que o Mundo dá. Nele, Mateus Sartori se reinventou como cantor em 14 canções que falam de amor, liberdade e, principalmente, da importância da arte em sua trajetória. Também em 2020, Sartori lançou seu primeiro livro, Política Cultural: Uma Construção Coletiva.

CHORUS GOURMET

Os shows do projeto Sonâncias são divididos em duas partes de 40 minutos cada em média. E assim como na primeira edição do projeto, no intervalo das apresentações estará em funcionamento o espaço Chorus Gourmet, com a venda de comidinhas e bebidinhas para que o público possa confraternizar e conversar com os músicos. O cardápio é assinado pela nutricionista Luciana Benjamim e é diferente a cada edição. Nesta, o menu será polenta cremosa, vinho, suco e cerveja.

SERVIÇO

Sonâncias – Fernando Baeta & Guilherme Ribeiro convidam Mateus Sartori

Data: 11 de junho de 2022 (sábado)

Horário: 20 horas

Onde: Sala Bebeto von Buettner da Chorus Escola de Música (Avenida José Bonifácio, 2.304, Jardim das Paineiras, Campinas, SP)

Capacidade: 60 pessoas

Ingressos: R$ 40,00 (antecipado até o dia 10/6, às 18 horas) e R$ 50,00 (no dia)

Reservas: WhatsApp (19) 99213-8954, com pagamento via transferência bancária (banco Itaú – Ag. 4957 – CC 00904-9) ou PIX (19 99213 8954). O comprovante deve ser enviado pelo WhatsApp ou pelo e-mail chorus@chorusmuisc.com.br com o assunto “Sonâncias – Show 11/06”

Formas de pagamento aceitos no dia do evento:

– Dinheiro;

– Cartão de débito; e

– PIX 19 99213 8954

 

SAIBA MAIS

Sobre Guilherme Ribeiro

Pianista, acordeonista, compositor e arranjador, Guilherme Ribeiro é natural de Santos (SP). Mestre em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), atuou ao lado de importantes nomes da música tais como Paulo Moura, Raul de Souza, Maurício Einhorn, Gabriel Grossi, Jamil Maluf (Orquestra Experimental de Repertório), Isaac Karabtchevsky (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp), Fabiana Cozza, Dominguinhos, João Donato, Mariana Aydar, Céu, Luiz Tatit, O Teatro Mágico, Zizi Possi, Virgínia Rosa e Titãs. Tocou em festivais internacionais como Montreal Jazz Festival, no Canadá; North Sea Jazz Festival, na Holanda; JVC Jazz Festival, na França; Sfinks, na Bélgica; Coachella, nos EUA; National Arts Festival Makhanda e South Africa Association for Jazz Education, na África do Sul. Possui sete discos de carreira: Calmaria (2010), Que se Deseja Rever (2012), A Deep Surface (2013, lançado na Europa), Tempo (2015), Facing South (2019, lançado na África do Sul) e NUUU! (2019, com o trio Marés, lançado na Europa). É professor de piano, acordeon, contraponto e prática de bandas na Faculdade Souza Lima e na EMESP Tom Jobim, ambas em São Paulo. Desde 2012 ensina acordeon e música brasileira no Arcevia Jazz Feast, na Itália. Em 2020, por meio de uma bolsa Fulbright, atuou como professor visitante na Jacobs School of Music da Universidade de Indiana, nos EUA. Em janeiro de 2022 atuou como arranjador e professor do 1º Festival de Verão de Campos do Jordão. É diretor artístico da Orquestra Anelo, big band de jazz do Instituto Anelo, projeto social localizado na cidade de Campinas, atuando como regente e arranjador.

 

Sobre Fernando Baeta

Fernando Baeta é natural de Viçosa (MG). Iniciou os estudos musicais aos 9 anos, no Conservatório Musical de sua cidade natal, onde aprendeu violão erudito. Aos 11 anos, ganhou sua primeira guitarra. Após experiência em diversas bandas de rock and roll, em 1994 mudou-se para Belo Horizonte em 1994 com o objetivo de se preparar para o vestibular do Curso de Música Popular da Unicamp. Desde 1999 atua como guitarrista profissional, arranjador e produtor musical em Campinas e região. Em 2015, ingressou como bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), desenvolvendo caixas acústicas para pessoas com deficiência auditiva severa, além de uma pesquisa sobre a audição musical por surdos. Atuou por 15 anos na banda Ungambikkula e hoje tem um projeto de construir um estúdio para produção musical voltada para a saúde emocional e psíquica do ser humano.

 

Sobre a Chorus

A Chorus Escola de Música foi fundada em 1993 e tornou-se referência na cidade de Campinas pela seriedade no ensino musical, pela qualificação de seus professores e pela variedade de oportunidades oferecidas aos alunos para motivá-los. Oferece cursos de musicalização infantil, teclado, piano, violão individual e em grupo, guitarra, cavaquinho, contrabaixo, canto, saxofone, trombone, clarinete, flautas doce e transversal, acordeon, violino, bateria e percussão popular, prática de banda, harmonia, pré-vestibular e cursos especiais para a Idade Legal. Para que os alunos tenham oportunidade de mostrar seu desenvolvimento e ganhar intimidade com o palco, a Chorus promove atividades diversas, desde pequenas apresentações em sua sala de eventos, a Sala Bebeto von Buettner, até shows em espaços externos e auditórios. É filiada ao CAEM – Central de Apoio às Escolas de Música do Brasil. Sua diretora e fundadora, Rosa Maria, é formada em Piano pelo Conservatório Musical Campinas e Licenciatura e Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos. Fez especialização em órgão de pedaleira completa com a professora Daise Aguiar, além de ter estudado estruturação, grafia, elementos musicais e harmonia com o maestro Cláudio Stephan. Iniciou os estudos de piano popular com Hilton Valente e, em 1988, ingressou no CLAM, a escola do Zimbo Trio, onde estudou com Nelson Panically. Mesmo com após a criação da Chorus, Rosa deu prosseguimento aos estudos de piano, tendo como professores importantes nomes do cenário musical de Campinas, como Bebeto Von Buettner (1947-2014), Albano Sales, Rafael dos Santos e Marco Ferrari (1953-2015). Em 1995, desenvolveu, junto com a professora Suzel Mega de Oliveira, o Método para Teclado “Musik” que, atualmente, é adotado por várias escolas no Brasil. Divide seu tempo entre aulas, direção da escola, apresentações e monitoria do Sopro Novo Yamaha, programa para formação de professores de flauta doce.

Imagens: Divulgação – Foto abertura, Mateus Sartori / Foto de Danilo Duviliers

Mais em: Chorus Escola de Música de Campinas e Lalá Ruiz Assessoria de Imprensa

Imagem: Divulgação – Fernando Baeta e Guilherme Ribeiro / Foto Levi Macedo Lima

Imagem: Divulgação – Fernando Baeta e Guilherme Ribeiro / Foto Levi Macedo Lima

Imagem: Divulgação – Mateus Sartori / Foto Danilo Duviliers

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